Projeto Atlas Linguístico do Brasil – Rio de Janeiro (ALIB-RIO)

Apresentação

Como lembram Callou e Leite em Como falam os brasileiros, “há 80 anos, o carioca Antenor Nascentes, seguindo os passos do paulista Amadeu Amaral, autor de O dialeto caipira, descrevia o falar do Rio de Janeiro, afirmando, no prefácio da primeira edição, que seu trabalho não era para a sua geração e que somente dali a cem anos os estudiosos encontrariam nele uma fotografia do estado da língua e neste ponto seriam mais felizes do que ele, que nada encontrara, é óbvio, do falar de 1822.” (p.26-27).

Pois a oportunidade de fazê-lo delineia-se agora, por meio do Projeto Atlas Lingüístico do Brasil – Rio de Janeiro, criado em 2003 como uma Coordenadoria Regional do Projeto Atlas Lingüístico do Brasil, que desde 1996 vem empreendendo a tarefa de elaborar um atlas nacional, sob a coordenação geral de um Comitê sediado na UFBA e presidido pela Profa. Dra. Suzana Cardoso.

Objetivos

Este Projeto objetiva: a) numa 1ª fase, realizar o trabalho de campo referente ao Estado do Rio de Janeiro previsto pelo Comitê Nacional do Projeto ALiB e apresentar estudos preliminares de aspectos fonético-fonológicos com base no corpus ALiB; b) numa 2ª fase, dar início à confecção de um Atlas do Estado do Rio de Janeiro, nas versões impressa e sonora.

O trabalho de campo a ser realizado na 1ª fase abrange a realização de 60 entrevistas em 14 municípios do Estado (sendo 8 na capital e 4 nas demais cidades). São pontos de inquérito os municípios de Arraial do Cabo, Barra mansa, Campos, Itaperuna, Macaé, Nova Friburgo, Nova Iguaçu, Niterói, Rio de Janeiro, Parati, Petrópolis, São João da Barra, Três Rios e Valença. Os informantes são distribuídos por ambos os sexos, por 2 faixas etárias e dois níveis de escolaridade nas capitais (fundamental - até a 4ª série -, e superior) e um nível de escolaridade nos demais municípios (nível fundamental).

O Projeto tem como principais tarefas: a realização do trabalho de campo, seguida da transcrição das entrevistas e da organização do corpus; e a realização de estudos descritivos com base nos dados do ALiB-Rio, do Projeto ALiB e dos demais Atlas (concluídos ou em andamento) produzidos no Brasil.

Produção

De 2003 a maio de 2006, a equipe do Projeto ALiB-Rio, além de vir seguindo o cronograma previsto (fizeram-se as 8 entrevistas da capital e já se iniciaram outras localidades), não se ateve à participação em congressos e workshops. Realizamos em agosto de 2004 dois eventos acadêmicos na Faculdade de Letras da UFRJ (o I Seminário Regional do Projeto ALiB-Rio) e uma exposição (Atlas Lingüísticos: instrumento de registro e fonte de pesquisa); no mesmo ano recebemos auxílio da FUJB, que nos forneceu computadores e impressoras; em abril de 2005 fomos contemplados pelo CNPq, por meio do Edital Universal, com auxílio financeiro para a pesquisa; e ainda neste ano de 2006 fizemos a nossa 1ª publicação: o livro Estudos Geo-sociolingüísticos, fruto do Seminário de 2004 e do apoio financeiro do Programa de Pós-Graduação em Letras Vernáculas.

Equipe

Coordenadora: Cláudia de Souza Cunha Pesquisadores: Bianca Florencio de Aguiar (Bolsa-apoio/ UFRJ) Deisiane Rodrigues (IC – UFRJ/ CPEG) Tiana Andreza Melo do Nascimento (IC – UFRJ/ FAPERJ)

Contatos do Projeto

Telefone: 21 2598-9725

ALiB-Rio:

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Contatos da Coordenação

Telefone: 71 2598-9725

Nacional do Projeto ALiB:

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Acesse o site do ALIB-RIO

Em 1999, os Setores de Literatura Portuguesa, Brasileira e Africanas do Departamento de Letras Vernáculas instituíram, na Faculdade de Letras da Universidade Federal, do Rio de Janeiro esta Cátedra como ponto de convergência de uma proposta interdisciplinar que visa à pesquisa e à difusão dos estudos Literários Luso-Afro-Brasileiros, em seus pontos de interseção e no acolhimento de suas diversidades. O nome para o qual acenamos, Jorge de Sena, representa, a nosso ver, um dos escritores mais importantes na construção de um diálogo vivo entre Portugal, Brasil e África.

Acesse o site da Catedra Jorge de Sena

Projeto CinAfrica

 

Nosso projeto pretende abordar as relações entre literatura, cinema e afeto, investigando diferentes representações da história em obras literárias e cinematográficas moçambicanas e guineenses. Optamos por iniciar a pesquisa por Moçambique e Guiné-Bissau, mas é nossa intenção, a cada renovação do projeto, ir desdobrando a pesquisa por outros países, como Angola, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe.

 

Sendo a literatura e o cinema escritas artísticas em que, simultaneamente, se manifestam o intelecto e o afeto, um de nossos principais objetivos é verificar de que forma textos literários, filmes e documentários encenam a história, questionando ou reduplicando as ideologias dominantes.

Acesse o site do Cinafrica

O CIAD (Círculo Interdisciplinar de Análise do Discurso) constitui Laboratório de Pesquisa, sediado na Faculdade de Letras da Universidade Federal do Rio de Janeiro, com sede no terceiro andar do Bloco H, Sala 310, da Faculdade de Letras / UFRJ, Rio de Janeiro.

Congrega professores pesquisadores, dos Departamentos de Letras Vernáculas (Língua e Literaturas) e Letras Neolatinas da Faculdade de Letras da UFRJ, do Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas da UFF e dos Departamentos de Linguística e de Língua Portuguesa da UERJ, além de contar com a colaboração de professores da UFRRJ, orientandos e ex-orientandos de Doutorado e de Mestrado.

Acesse o site do CIAD-RIO

O COGENS - Grupo de Pesquisa em Cognição e Ensino de Língua - dedica-se a investigar os aspectos cognitivos relacionados às questões e problemas encontrados nas discussões sobre ensino de língua. Seu foco recai sobre as atividades escolares realizadas pelos alunos, bem como a elaboração de materiais didáticos e de avaliações oficiais de letramento no Brasil.

A preocupação fundamental é discutir questões relacionadas ao ensino de língua portuguesa, embora haja também a possibilidade de avaliação de aspectos do ensino de línguas estrangeiras.

Os objetivos das pesquisas do grupo, além de discutir as questões de cognição relacionadas aos materiais produzidos em sala de aula e em avaliações oficiais, incluem a proposta de elaboração de materiais didáticos voltados para o aprimoramento das capacidades cognitivas, metacognitivas e metalinguísticas dos alunos.

Para a consecução dessas metas, o grupo assume como perspectiva epistemológica uma visão da cognição como sendo situada e distribuída, o que permite observar não apenas os fenômenos relacionados aos aspectos de processamento de informação estudados pela Ciência Cognitiva Clássica, como também reconhecer que o uso de artefatos escolares é um poderoso meio constitutivo da cognição.

Nesse sentido, a proposta de inserção do grupo na discussão mais ampla do letramento no Brasil é justamente a de propor, dentro dos limites materiais inerentes à escola pública brasileira, formas de ajudar os alunos a se apropriarem plenamente das suas capacidades de aprendizado e autonomia como leitores e produtores de textos nas suas diversas modalidades.

Acesse o site do COGENS

Coordenação

Coordenadora: Profa. Dra. Maria Eugenia Lammoglia

Vice-Coordenadora: Profa. Dra. Eliete Figueira Batista da Silveira 

Secretário: Renato Martins e Silva
posvernaculas@letras.ufrj.br

Atendimento

Além de atender por e-mail, a Secretaria do PPGLEV oferece atendimento telefônico e presencial de segunda a quinta-feira, das 13h às 17h, na sala F-319.

Endereço

Programa de Pós-Graduação em Letras  (Letras Vernáculas)
Faculdade de Letras da UFRJ
Av. Horácio de Macedo, 2151
Sala F-319
Cidade Universitária — CEP 21941-917
Rio de Janeiro — RJ