Discente: Kezia Leão da Silva

Título da dissertação: Viagem por letras e imagens: uma leitura de Um Rio Chamado Tempo, uma Casa Chamada Terra, de Mia Couto

Orientador(a): Carmen Lucia Tindó Ribeiro Secco

Ano da defesa: 2018

Páginas: 122

Resumo:

Mia Couto e o lugar de sua ficção no quadro da literatura moçambicana. O tema da viagem como forma de revisitação das memórias perdidas do narrador-personagem de Um rio chamado tempo, uma casa chamada terra, obra estudada por esta dissertação. O deslocamento físico e psicológico principia a transformação do sujeito; o exílio e o estranhamento vivido no próprio território criam um mecanismo de recriação do passado através das percepções do ser em insílio1. A (re)construção da memória do protagonista ocorre em letras e imagens polifônicas produzidas pelo texto literário. O romance de Mia Couto aborda a busca por uma memória ancestral por parte do narrador-personagem, que reflete sobre sua construção identitária, ao retomar o lugar de origem – Ilha de Luar-do-Chão – e ao (re)descobrir sua própria memória individual. Pretende-se tratar do local – Ilha de Luar-do-Chão – como espaço de reinvenção da memória identitária individual e coletiva do sujeito, vista como retorno à terra natal. As origens serão trabalhadas a partir da análise familiar e da representação do local para a construção do sujeito, além do papel da tradição rente a modernidade. A memória identitária será pensada por meio das imagens e letras que o texto literário constrói e também por intermédio das fotografias e cartas que revelam questões essenciais à descoberta do ser, cuja memória e identidade se encontram em curso e em diálogo com a história e as culturas de Moçambique.

Palavras-chave: viagem, memória, identidade, Mia Couto, Moçambique.

Resumen:

Mia Couto y el lugar de su ficción en el cuadro de la literatura mozambiqueña. El tema del viaje como forma de revisión de las memorias perdidas del narrador-personaje de Um rio chamado tempo, uma casa chamada terra, obra estudiada por esta disertación. El desplazamiento físico y psicológico principia la transformación del sujeto; el exilio y el extrañamiento vivido en el propio territorio crean un mecanismo de recreación del pasado a través de las percepciones del ser en el insilio2. La (re) construcción de la memoria del protagonista ocurre en letras e imágenes polifónicas producidas por el texto literario. La novela de Mia Couto aborda la búsqueda de una memoria ancestral por parte del narradorpersonaje, que refleja sobre su construcción identitaria, al retomar el lugar de origen - Isla de Luar-do-Chão - y al (re) descubrir su propia memoria individual. Se pretende tratar del local - Isla de Luar-do-Chão - como espacio de reinvención de la memoria identitaria individual y colectiva del sujeto, vista como retorno a la tierra natal. Los orígenes serán trabajados a partir del análisis familiar y de la representación del local para la construcción del sujeto, además del papel de la tradición rente la modernidad. La memoria identitaria será pensada por medio de las imágenes y letras que el texto literario construye y también por intermedio de las fotografías y cartas que revelan cuestiones esenciales al descubrimiento del ser, cuya memoria e identidad se encuentran en curso y en diálogo con la historia y las culturas de Mozambique.

Palabras clave: viaje, memoria, identidad, Mia Couto, Mozambique.

Discente: Kezia Leão da Silva

Título da dissertação: Viagem por letras e imagens: uma leitura de Um Rio Chamado Tempo, uma Casa Chamada Terra, de Mia Couto

Orientador(a): Carmen Lucia Tindó Ribeiro Secco

Ano da defesa: 2018

Páginas: 122

Resumo:

Mia Couto e o lugar de sua ficção no quadro da literatura moçambicana. O tema da viagem como forma de revisitação das memórias perdidas do narrador-personagem de Um rio chamado tempo, uma casa chamada terra, obra estudada por esta dissertação. O deslocamento físico e psicológico principia a transformação do sujeito; o exílio e o estranhamento vivido no próprio território criam um mecanismo de recriação do passado através das percepções do ser em insílio1. A (re)construção da memória do protagonista ocorre em letras e imagens polifônicas produzidas pelo texto literário. O romance de Mia Couto aborda a busca por uma memória ancestral por parte do narrador-personagem, que reflete sobre sua construção identitária, ao retomar o lugar de origem – Ilha de Luar-do-Chão – e ao (re)descobrir sua própria memória individual. Pretende-se tratar do local – Ilha de Luar-do-Chão – como espaço de reinvenção da memória identitária individual e coletiva do sujeito, vista como retorno à terra natal. As origens serão trabalhadas a partir da análise familiar e da representação do local para a construção do sujeito, além do papel da tradição rente a modernidade. A memória identitária será pensada por meio das imagens e letras que o texto literário constrói e também por intermédio das fotografias e cartas que revelam questões essenciais à descoberta do ser, cuja memória e identidade se encontram em curso e em diálogo com a história e as culturas de Moçambique.

Palavras-chave: viagem, memória, identidade, Mia Couto, Moçambique.

Resumen:

Mia Couto y el lugar de su ficción en el cuadro de la literatura mozambiqueña. El tema del viaje como forma de revisión de las memorias perdidas del narrador-personaje de Um rio chamado tempo, uma casa chamada terra, obra estudiada por esta disertación. El desplazamiento físico y psicológico principia la transformación del sujeto; el exilio y el extrañamiento vivido en el propio territorio crean un mecanismo de recreación del pasado a través de las percepciones del ser en el insilio2. La (re) construcción de la memoria del protagonista ocurre en letras e imágenes polifónicas producidas por el texto literario. La novela de Mia Couto aborda la búsqueda de una memoria ancestral por parte del narradorpersonaje, que refleja sobre su construcción identitaria, al retomar el lugar de origen - Isla de Luar-do-Chão - y al (re) descubrir su propia memoria individual. Se pretende tratar del local - Isla de Luar-do-Chão - como espacio de reinvención de la memoria identitaria individual y colectiva del sujeto, vista como retorno a la tierra natal. Los orígenes serán trabajados a partir del análisis familiar y de la representación del local para la construcción del sujeto, además del papel de la tradición rente la modernidad. La memoria identitaria será pensada por medio de las imágenes y letras que el texto literario construye y también por intermedio de las fotografías y cartas que revelan cuestiones esenciales al descubrimiento del ser, cuya memoria e identidad se encuentran en curso y en diálogo con la historia y las culturas de Mozambique.

Palabras clave: viaje, memoria, identidad, Mia Couto, Mozambique.

Discente: Kezia Leão da Silva

Título da dissertação: Viagem por letras e imagens: uma leitura de Um Rio Chamado Tempo, uma Casa Chamada Terra, de Mia Couto

Orientador(a): Carmen Lucia Tindó Ribeiro Secco

Ano da defesa: 2018

Páginas: 122

Resumo:

Mia Couto e o lugar de sua ficção no quadro da literatura moçambicana. O tema da viagem como forma de revisitação das memórias perdidas do narrador-personagem de Um rio chamado tempo, uma casa chamada terra, obra estudada por esta dissertação. O deslocamento físico e psicológico principia a transformação do sujeito; o exílio e o estranhamento vivido no próprio território criam um mecanismo de recriação do passado através das percepções do ser em insílio1. A (re)construção da memória do protagonista ocorre em letras e imagens polifônicas produzidas pelo texto literário. O romance de Mia Couto aborda a busca por uma memória ancestral por parte do narrador-personagem, que reflete sobre sua construção identitária, ao retomar o lugar de origem – Ilha de Luar-do-Chão – e ao (re)descobrir sua própria memória individual. Pretende-se tratar do local – Ilha de Luar-do-Chão – como espaço de reinvenção da memória identitária individual e coletiva do sujeito, vista como retorno à terra natal. As origens serão trabalhadas a partir da análise familiar e da representação do local para a construção do sujeito, além do papel da tradição rente a modernidade. A memória identitária será pensada por meio das imagens e letras que o texto literário constrói e também por intermédio das fotografias e cartas que revelam questões essenciais à descoberta do ser, cuja memória e identidade se encontram em curso e em diálogo com a história e as culturas de Moçambique.

Palavras-chave: viagem, memória, identidade, Mia Couto, Moçambique.

Resumen:

Mia Couto y el lugar de su ficción en el cuadro de la literatura mozambiqueña. El tema del viaje como forma de revisión de las memorias perdidas del narrador-personaje de Um rio chamado tempo, uma casa chamada terra, obra estudiada por esta disertación. El desplazamiento físico y psicológico principia la transformación del sujeto; el exilio y el extrañamiento vivido en el propio territorio crean un mecanismo de recreación del pasado a través de las percepciones del ser en el insilio2. La (re) construcción de la memoria del protagonista ocurre en letras e imágenes polifónicas producidas por el texto literario. La novela de Mia Couto aborda la búsqueda de una memoria ancestral por parte del narradorpersonaje, que refleja sobre su construcción identitaria, al retomar el lugar de origen - Isla de Luar-do-Chão - y al (re) descubrir su propia memoria individual. Se pretende tratar del local - Isla de Luar-do-Chão - como espacio de reinvención de la memoria identitaria individual y colectiva del sujeto, vista como retorno a la tierra natal. Los orígenes serán trabajados a partir del análisis familiar y de la representación del local para la construcción del sujeto, además del papel de la tradición rente la modernidad. La memoria identitaria será pensada por medio de las imágenes y letras que el texto literario construye y también por intermedio de las fotografías y cartas que revelan cuestiones esenciales al descubrimiento del ser, cuya memoria e identidad se encuentran en curso y en diálogo con la historia y las culturas de Mozambique.

Palabras clave: viaje, memoria, identidad, Mia Couto, Mozambique.

Projetos, Núcleos e Laboratórios (es)

Coordenação (es)

Coordenador: Prof. Dr. Adauri Bastos

Vice-coordenadora: Profa. Dra. Maria Eugenia Lammoglia 

Secretário: Renato Martins e Silva
posvernaculas@letras.ufrj.br

Atendimento (es)

Além de atender por e-mail, a Secretaria do PPGLEV oferece atendimento telefônico e presencial de segunda a quinta-feira, das 13h às 17h, na sala F-319.

Endereço (es)

Programa de Pós-Graduação em Letras  (Letras Vernáculas)
Faculdade de Letras da UFRJ
Av. Horácio de Macedo, 2151
Sala F-319
Cidade Universitária — CEP 21941-917
Rio de Janeiro — RJ